Diante
de teorias fundamentadas de Piaget (1996) e Vigotsky (1987), podemos dizer que
os jogos, brinquedos e brincadeiras e sua relação com o desenvolvimento e a
aprendizagem, há muito tempo, vêm sendo explorados no campo científico, como um
processo auxiliador no desenvolvimento cognitivo da criança. Neste sentido, ao
longo desta trajetória, tem-se procurado analisar os jogos por intermédio de
concepções de ordem psicológica, biológica, antropológica, sociológica e
linguística. Segundo Piaget (1996), o
desenvolvimento do jogo está ligado aos processos puramente individuais e de
símbolos inerentes à estrutura mental da criança e que só por ela podem ser
explicados. Assim como no desenvolvimento infantil, o autor analisa o
desenvolvimento do jogo de forma espontânea, ou seja, conforme se organizam as
novas formas de estrutura, surgem novas modificações nos jogos que, por sua
vez, vão se integrando ao desenvolvimento do sujeito por intermédio de um
processo denominado assimilação. Para
Piaget (1978), a construção de estruturas mentais desenvolve a aquisição do
conhecimento e, nesse sentido, a brincadeira, enquanto processo assimilativo,
participa do conteúdo da inteligência, igual à aprendizagem e também é
compreendida como conduta livre, espontânea, que a criança expressa por sua
vontade e pelo prazer que lhe dá. Portanto, ao manifestar a conduta lúdica, a
criança demonstra o nível de seus estágios cognitivos e constrói conhecimentos
de acordo com seu nível de desenvolvimento.

O que os estudiosos comentam é de extrema importância PIAGET afirma que os jogos desenvolve a aquisição do conhecimento e, nesse sentido, a brincadeira, enquanto processo assimilativo, participa do conteúdo da inteligência, igual à aprendizagem e também é compreendida como conduta livre, espontânea, que a criança expressa por sua vontade e pelo prazer que lhe dá.
ResponderExcluirOlá, Sebastião
ResponderExcluirParabéns pela sugestão de atividades que envolvam os mecanismo de aprendizagem.
Abraço
Ana Rita